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FILMES "A FESTA DA MENINA MORTA" e "SÃO BERNARDO" SÃO OS DESTAQUES DA SEMANA NA TV BRASIL (09 a 13 de março)


O premiado "A festa da menina morta" marca a estreia de Matheus Nachtergaele na direção

Nesta semana, a TV Brasil exibe filmes e documentários nacionais, premiados em Festivais no Brasil e no exterior, além de produções da Guatemala.  O esforço e a superação dos atletas olímpicos e paralímpicos estão entre os temas abordados.

Na quarta (9), às 22h, a atração é o filme brasileiro "São Bernardo", também dirigido por Leon Hirszman, inspirado no livro homônimo de Graciliano Ramos

Na quinta (10), às 19h, a emissora exibe o documentário "A Valsa do Pódio", sobre a atleta brasileira Terezinha Guilhermina, corredora com deficiência visual mais rápida do mundo, que conquistou, ao lado de seu guia, Guilherme Santana, duas medalhas de ouro olímpicas.

Já no sábado (12), às 15h, o documentário "João do voo: a história de uma medalha roubada" conta a breve, mas intensa carreira do atleta João do Pulo, recordista no salto triplo. Mais tarde, às 22h, entra em cartaz o longa "Meu Brasil". À meia-noite, vai ao ar o documentário "O voo de Azacuán", da Guatemala. Depois, às 2h da madrugada, o docudrama "Primeiro Assalto ao Trem Pagador" fecha as sessões de filmes do dia.

Por fim, no domingo (13), às 16h30, entra em cena Amácio Mazzaropi na comédia "O Jeca e a Égua Milagrosa". À meia-noite, a emissora exibe o premiado drama "A Festa da Menina Morta", filme com Dira Paes que marca primeira direção de Matheus Nachtergaele. Já às 2h, está em cartaz o documentário nacional "Paraíso Utópico", sobre Stefan Zweig, com direção de Ricardo Miranda.
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Saiba mais sobre a programação da TV Brasil de 9 a 13 de março 

Quarta-feira, 9 de março
São Bernardo
22h00, na TV Brasil
Ano: 1972. Gênero: drama. Direção: Leon Hirszman, com Othon Bastos, Isabel Ribeiro, Vanda Lacerda, Nildo Parente, Mário Lago, Josef Guerreiro, Rodolfo Arena, Jofre Soares, José Labanca, José Policena, Andrey Salvador.

Determinado a ascender socialmente, Paulo Honório é um sertanejo de origem humilde que faz fortuna como caixeiro-viajante e agiota. Numa manobra financeira, assume a decadente propriedade São Bernardo, fazenda tradicional do município de Viçosa, Alagoas.

Ele recupera a fazenda, expande a sua cultura, introduz máquinas para tratamento do algodão, entra na sociedade local. Desejando um herdeiro para um dia assumir o fruto da acumulação do capital, estabelece um contrato de casamento com a professora da cidade, Madalena.
O casamento se consuma, mas gradativamente as diferenças entre eles se acentuam. Paulo Honório é brutal no trato com os empregados, cujo trabalho explora impiedosamente; Madalena tem consciência social e se solidariza com os oprimidos.

O fazendeiro torna-se paranoico e passa a imaginar que a mulher o trai. Persegue-a em busca de provas da traição. Madalena não suporta a pressão e se suicida. Paulo Honório penosamente tenta assumir a consciência de seus atos.

Inspirado no livro homônimo de Graciliano Ramos, o drama "São Bernardo", dirigido por Leon Hirszman, foi premiado em vários festivais de cinema. O filme conquistou o prêmio de Melhor Adaptação Literária da Embrafilme. O longa também foi reconhecido com a Margarida de Prata pela CNBB.

O drama ainda conquistou o Prêmio Air France nas categorias Melhor Filme Nacional, Melhor Diretor (Leon Hirszman), Melhor Atriz (Isabel Ribeiro) e Melhor Ator (Othon Bastos). São Bernardo ainda recebeu o Prêmio INC nas categorias troféu "Coruja de Ouro" de Melhor Direção (Leon Hirszman), Prêmio Adicional de Qualidade, Melhor Atriz Coadjuvante (Vanda Lacerda) e Melhor Cenógrafo e Figurinista (Luís Carlos Ripper)

No Festival de Gramado, o longa foi reconhecido nas categorias Melhor Fotografia (Lauro Escorel) e Melhor Ator (Othon Bastos). O filme ainda recebeu o Prêmio APCA nas categorias Melhor Diretor (Leon Hirszman), Melhor Roteiro, Melhor Atriz (Isabel Ribeiro), Melhor Figurinista (Luís Carlos Ripper) e Melhor Ator Coadjuvante (Nildo Parente).

O drama "São Bernardo" também participou da Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes, do FilmForum de Berlim e do Festival de Pesaro (Itália).

Reprise. 111 min.
Classificação Indicativa: 10 anos
Horário: 22h00


Quinta-feira, 10 de março
A Valsa do Pódio
19h00, na TV Brasil
Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: Bruno Carneiro e Daniel Hanai.

Em 2012, nos Jogos Paralímpicos de Londres, a atleta brasileira Terezinha Guilhermina confirmou sua posição de corredora com deficiência visual mais rápida do mundo: conquistou, ao lado de seu guia, Guilherme Santana, duas medalhas de ouro nas provas de 100m e 200m rasos para cegos.

Além disso, protagonizou uma cena emocionante: na prova dos 400m, Guilherme desequilibrou-se e caiu; em solidariedade ao guia, Terezinha jogou-se no chão e abandonou a vitória que era certa até então.

Dirigido por Bruno Carneiro e Daniel Hanai, o documentário "A Valsa do Pódio" conta a história dessa grande atleta. A produção traça um panorama sobre as conquistas de Terezinha Guilhermina, sua relação com o guia, o sonho olímpico e a felicidade de ganhar a medalha, a superação de mais um recorde mundial, e principalmente, como ela se divertiu durante os Jogos Olímpicos e como curte sua vida.

O título do filme foi inspirado na cerimônia de premiação dos 100 metros em que Guilherme leva Terezinha ao lugar mais alto do pódio como se estivessem dançando uma valsa Os movimentos coordenados e ritmados fazem parte da corrida para cegos, assim como em uma dança.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 19h00


Sábado12 de março
João do Voo: a história de uma medalha roubada
15h00, na TV Brasil
Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: Sergio Miranda e Pedro Simão.

Eram tempos difíceis no Brasil. O país vivia numa ditadura militar, dos anos de chumbo para a abertura política, lenta e gradual, de Geisel. No mundo, imperava a guerra fria entre EUA e Rússia. O povo ansiava por liberdade e alegria. O país precisava desesperadamente de ídolos.

Foi nesse contexto social, econômico e político que surgiu João Carlos de Oliveira, o João do Pulo. Garoto pobre que superou adversidades, ele teve uma vida curta, dura, mas intensa.

Fenômeno do esporte mundial, João conquistou inúmeras medalhas. Foi detentor de um dos recordes de maior duração na história do atletismo e virou herói nacional.

Marcado pela falta de sorte, João perdeu sua grande oportunidade de ter uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Moscou, vítima de uma das maiores fraudes na história do atletismo olímpico.

É que a disputa do salto triplo em 1980 foi coberta de controvérsias com relação ao favorecimento aos atletas da casa pelos juízes soviéticos. Três anos depois João viveu uma fatalidade: perdeu a perna em um acidente de carro. O saudoso atleta morreu em 1999 de cirrose hepática.

Para traçar um panorama sobre a carreira de João do Pulo, o documentário traz entrevistas com outros ex-atletas, médicos e comentaristas que ajudam a montar um painel sobre a breve trajetória deste ídolo do esporte nacional. Participam do filme Zequinha Barbosa, Oscar Schmidt e o médico Osmar de Oliveira.

Inédito. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 15h00


Sábado12 de março

Meu Brasil
22h00, na TV Brasil
Ano: 2007. Gênero: documentário. Direção: Maria Clara Escobar, com Leonardo Boff, Frei Betto, Ignácio Ramonet, Eduardo Galeano, José Saramago, Gilberto Gil.

O que leva alguém a lutar contra todos os tipos de discriminação, enfrentando intensa pressão do tráfico de drogas e de partidos políticos, com o único objetivo de melhorar a condição de vida de sua comunidade? O longa "Meu Brasil" se propõe a responder esta questão acompanhando o difícil cotidiano de três líderes comunitários.

Gaúcha, cujo sonho era ser cantora, vem do Rio Grande do Sul para o Rio de Janeiro à procura de uma vida melhor. Trabalhando como cozinheira na casa da família de Irineu Marinho, ela começa a se politizar. Já o carismático instrutor de mergulho Carlos, depois de sofrer uma grande desilusão amorosa, tenta reerguer sua autoestima promovendo ecologia e cidadania nas favelas. Enquanto isso, a corajosa travesti Juliana luta pela implementação do terceiro banheiro na pequena cidade de Três Rios.

Em busca de seus ideais, eles embarcam para Porto Alegre com outros 30 líderes comunitários numa surpreendente jornada ao Fórum Social Mundial, o maior evento global sobre temas relacionados à justiça social.

Dirigido por Daniela Broitman, o documentário "Meu Brasil" narra a história de líderes comunitários e as dificuldades enfrentadas para chegar ao Fórum Social Mundial de 2005. Questões sobre cidadania e consciência social são comentadas em meio à narrativa da trajetória dessas pessoas.

O filme recebeu o Prêmio Júri Popular de Melhor Documentário no Cinesul-Festival-Íbero-Americano de Cinema e Video. A produção foi selecionada para o Encounters South African Internationtal Documentary Festival e para o Festival de Criatividade de Florença.

Reprise70 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 22h00


Sábado12 de fevereiro (madrugada de sábado para domingo)
O voo do Azacuán
00h00, na TV Brasil
Título original: O voo do Azacuán. País de origem: Guatemala. Ano de estreia: 2014. Gênero: documentário. Direção: Rafael de Jesús Quinteros González.

A cada ano, milhões de pássaros migratórios atravessam os platôs da América do Norte para se distanciarem do frio do inverno. Em seu passo migratório atravessam um ponto das montanhas de Huehuetenango, um estado da Guatemala.

Esta região é habitada por uma população maia que tem uma cultura mítica cheia de histórias e crenças ancestrais. Eles praticam o chibal, a arte de caçar pássaros que servem como alimento quando o plantio de trigo e milho estão escassos.

No documentário "O voo do Azacuán", aves e seres humanos mostram a grandeza contida na busca por prolongar a vida. Um drama no qual o obscuro e o luminoso do ser humano se cruzam com a fragilidade e a nobreza de uma natureza aberta à vida e exposta aos riscos de compartilhar os mesmos espaços com aqueles que podem incidir em seu destino.

Inédito. 52 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 00h00


Sábado12 de fevereiro (madrugada de sábado para domingo)
Primeiro Assalto ao Trem Pagador
02h00, na TV Brasil
Ano: 2013. Gênero: docudrama. Direção: Ernoy Mattiello, com Tchê Mendes, Gabriel Sater.

Docudrama foi o formato escolhido pelo cineasta Ernoy Mattiello para recriar o cenário do primeiro atentado contra um trem pagador na América Latina. A técnica de encenar fatos reais é, segundo o diretor, a alternativa encontrada para contar com realismo o episódio ocorrido em Pinheiro Preto (SC), em Outubro de 1909.

Entre divergências dos contos populares e a oficialização dos fatos, a história que se revive, conta que no domingo, 24 de outubro de 1909, na Região do Contestado, em Santa Catarina, local onde mais tarde se originaria o município de Pinheiro Preto, José Antônio de Oliveira, mais conhecido na região como Zeca Vacariano, um ex-combatente da Revolução Federalista, então empreiteiro, construtor da Ferrovia do Contestado, entraria para a história como o executor do primeiro assalto ao trem pagador.

A audácia de Zeca Vaccariano antecedeu outros dois assaltos a trens que ficariam famosos pelo cinema. Em 1960, seis assaltantes levaram 27 milhões de cruzeiros do carro pagador da Central do Brasil. Mas o título de ladrão do século estava destinado a Ronald Biggs. Em agosto de 1963, o britânico causou pânico na Escócia ao roubar 2,6 milhões de libras. A arte cinematográfica rendeu fama aos vilões, mas a fábula de Zeca Vacariano, o precursor dos assaltos a trens pagadores com o passar dos anos se perdeu no tempo.

A história de um saque recorde trezentos e setenta e cinco contos e trezentos réis, montante que na época representava cerca de 15% da arrecadação anual do tesouro do estado, é considerada a maior quantia já levada em um assalto no mundo. Uma verdadeira fábula que sai do esquecimento para ganhar vida em um documentário brasileiro.

Reprise. 52 min.
Classificação Indicativa: 16 anos
Horário: 02h00


Domingo, 13 de março
O Jeca e Égua Milagrosa
16h30, na TV Brasil
Ano de estreia: 1980. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner e Amácio Mazzaropi, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Turíbio Ruiz, Gilda Valença, Augusto César Ribeiro.

Dois fazendeiros, Libório e Afonso, disputam votos para ganharem a eleição para a prefeitura de uma cidade pequena. Os dois têm terreiros de umbanda e candomblé, utilizando os espaços para ganharem frequentadores e votos.

Amácio Mazzaropi interpreta Raimundo, amigo do coronel Afonso. O rival de Afonso, Libório, tem uma égua, à qual as pessoas atribuem poderes milagrosos de cura. Os milagres da égua indispõem os dois fazendeiros.

Raimundo gosta da égua, mas sua amizade com o coronel Afonso o afasta dele. Raimundo se envolve em tantas confusões enquanto as eleições se aproximam que é obrigado a casar com a égua de Libório.

O longa "O Jeca e a Égua Milagrosa" foi o último filme de Amácio Mazzaropi que protagoniza a trama, além de dirigir, produzir e escrever o roteiro da comédia. Mazzaropi planejava iniciar em seguida, ainda em 1980, a produção do filme "Maria Tomba Homem", mas a obra sequer foi iniciada em virtude da doença que matou o saudoso artista no ano seguinte.

Reprise. 102 min.
Classificação Indicativa: Livre.
Horário: 16h30


Domingo13 de março (madrugada de domingo para segunda-feira)
A festa da menina morta
00h00, na TV Brasil
Ano: 2009. Gênero: drama. Direção: Matheus Nachtergaele, com Dira Paes, Daniel de Oliveira, Cassia Kis Magro, Juliano Cazarré, Jackson Antunes, Paulo José.

Todos os anos, há duas décadas, uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas comemora a Festa da Menina Morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho (Daniel de Oliveira) que, após o suicídio da mãe (Cassia Kis Magro), recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida.

A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor de Tadeu (Juliano Cazarré), irmão da menina morta. A cada ano as pessoas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as "revelações" da menina, que através de Santinho se manifestam no ápice da cerimônia.

O pai do venerado órfão (Jackson Antunes) aguarda os lucros prometidos pelo sucesso do evento, mas a ambígua relação que mantém com seu filho milagroso preocupa os mais próximos, principalmente a beata Tia.

Mãe postiça de Santinho, ela é a grande detentora das tradições do culto. Junto com a alcoviteira e sensual Das Graças, esmera-se por manter a ordem e a decência no local.

A jovem e apaixonada Lúcia prepara-se para ser uma das mais fiéis participantes do ritual, mas enfrenta dificuldades no ambiente sagrado e viciado da casa. A bela Diana (Dira Paes), exausta do amor e da vida, virá confortá-la.

Primeiro filme dirigido pelo ator Matheus Nachtergaele, o drama "A Festa da Menina Morta (2009) tem grande elenco formado por Dira Paes, Daniel de Oliveira, Cassia Kis Magro, Juliano Cazarré, Jackson Antunes, Paulo José.

Em 2008, o longa foi lançado no Festival de Cannes, dentro da mostra Un Certain Regard. A partir daí, o filme seguiu uma trajetória premiada em eventos nacionais e internacionais.

No Festival de Gramado, "A Festa da Menina Morta" venceu nas categorias Melhor Filme, Júri Popular, Prêmio Especial do Júri, Melhor Ator (Daniel de Oliveira), Melhor Fotografia, Melhor Música e Prêmio da Crítica. Já no Festival do Rio, o drama levou os troféus de Melhor Filme e Melhor Ator (Daniel de Oliveira). A Associação Paulista de Críticos de Arte concedeu os prêmios de Melhor Filme e Melhor Fotografia.

A produção também foi reconhecida internacionalmente. No Festival de Chicago, o título nacional ganhou o prêmio de Melhor Filme na mostra Novos Diretores. Já no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles, o drama venceu nas categorias Melhor Roteiro e Melhor Fotografia. Por fim, Daniel de Oliveira foi considerado o Melhor Ator no Festival de Cinema Luso-Brasileiro.

Reprise. 110 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00


Domingo, 13 de março (madrugada de domingo para segunda-feira)
Paraíso Utópico - Stefan Zweig
02h00, na TV Brasil
Ano: 2012. Gênero: documentário. Direção: Ricardo Miranda. Produção: TV Brasil

Produzido pela TV Brasil a partir do livro Brasil, um país do futuro, o documentário "Paraíso Utópico" mostra vida e obra de Stefan Zweig, um dos escritores europeus mais importantes do século XX.

Em viagem à Argentina, em 1936, Zweig faz escala de oito dias no Brasil. Fica encantado com as belezas do país, especialmente com o Rio de Janeiro.

A viagem é toda anotada em um diário, no qual descreve sua impressão sobre cada lugar visitado. Durante sua estadia, nasce a promessa de escrever um livro sobre o país. A obra narra sua visão sobre as maravilhas do Brasil, presentes em algumas cidades, com Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Ouro Preto, Mariana, Congonhas do Campo, Salvador, Recife, Olinda e Belém.

O documentário é conduzido por entrevistas, realizadas com o jornalista Alberto Dines, o psicanalista Paulo Blank, a tradutora Kristina Michaelles, a professora de história da USP, Karen Lisboa, o professor de cinema da UFF, Tunico Amâncio e o romancista Deonísio Silva.

Além das entrevistas, imagens de arquivo, trechos de filme e um grupo de teatro também conduzem o documentário. E, pouco a pouco, revelam a utopia de um humanista, refugiado de guerra, que acreditava ser o Brasil o lugar perfeito para se viver. Paradoxalmente, é o país onde Zweig decide dar fim à própria vida, após um pacto de morte selado com a esposa na cidade de Petrópolis, durante o carnaval de 1942.

Com direção de Ricardo Miranda, o documentário "Paraíso Utópico" tem narração de Helena Ignez. A proposta do filme é apresentar o Brasil do ponto de vista do olhar estrangeiro de Stefan Zweig, a partir de sua experiência de vida.

Reprise. 52 min.
Classificação Indicativa: Livre.
Horário: 02h00


Fonte: Fernando Chaves /Coordenador de Comunicação

Gerência de Comunicação
Empresa Brasil de Comunicação|TV Brasil
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