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Confira a semana de filmes da TV BRASIL (11 a 15 de Janeiro)

 O documentário "Quando a casa é a Rua", de Thereza Jessouroun, faz um paralelo entre a realidade dos moradores de rua da Cidade do México e do Rio de Janeiro.



 Quarta, 11 de Janeiro

Nobreza Popular
02h, na TV Brasil

Ano: 2003. Gênero: documentário. Direção: Beth Formaggini.

O documentário “Nobreza Popular” é protagonizado pelas mulheres congadeiras da comunidade de Chapada do Norte, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, que se divertem durante a Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.

A produção focaliza seus gestos, cantos e danças, além dos rituais ligados à água quando pedem chuva e outras graças à Virgem do Rosário.

Dirigido por Beth Formaggini, o filme recebeu Menção Honrosa no Fórum Doc BH (2005).

Reprise. 48 min.
Classificação indicativa: Livre
Horário: 02h
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Quinta, 12 de Janeiro

O Universo de Karin Lambrecht

23h, na TV Brasil

Ano: 2015. Gênero: Documentário: Direção: Hopi Chapman e Karine Emerich

Documentário revê o processo criativo e a obra da pintora, desenhista, gravadora e escultora brasileira. As páginas que vão sendo escritas e a montagem de um trabalho em processo conduzem o espectador pelos temas, reflexões e poética da produção artística de Karin Lambrecht.

Vencedor do Prêmio Funarte 2014 e dirigido por Hopi Chapman, "O Universo de Karin Lambrecht" reúne depoimentos da artista, amigos, críticos, colecionadores e curadores.

Reprise. 27min
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Quinta, 12 de Janeiro

Quando a casa é a Rua
23h15, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: documentário. Direção: Thereza Jessouroun.





O documentário de Thereza Jessouroun procura traçar um retrato da condição de vida dos moradores de rua. O filme conta com depoimentos e imagens cotidianas de jovens que cresceram nas ruas da Cidade do México e do Rio de Janeiro. 
Reprise. 35min.

Classificação indicativa: 14 anos

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Sexta, 13 de Janeiro

Filhas do Vento
22h, na TV Brasil

Ano: 2005. Gênero: drama. Direção: Joel Zito Araújo, com Milton Gonçalves, Ruth De Souza, Léa Garcia, Taís Araújo, Maria Ceiça, Danielle Ornellas, Thalma de Freitas, Rocco Pitanga, Zózimo Bulbul, Cida Moreno, Jonas Bloch, Mônica Freitas, Beatriz Almeida, Vitória Viana.

Filhas do Vento” é uma trama de redenção entre quatro mulheres negras, que em um dia especial de suas vidas vão desenterrar e revolver suas histórias para restabelecer o amor maternal e fraternal, sem barreiras de raça e credo, existente entre irmãs e filhas de qualquer parte do mundo.

Um incidente familiar separou duas irmãs por cerca de 45 anos. A natureza de cada uma delas, e a distância, levou as duas a caminhos bem diferentes. A morte do pai faz com que se reencontrem em uma fase definitiva de suas vidas, aflorando e cobrando resoluções para todos os sentimentos e histórias deixados no passado.

As irmãs Cida (Ruth de Souza) e Jú (Léa Garcia) estão separadas por quase 45 anos. O tempo não conseguiu dissipar o rancor provocado pelo incidente amoroso e familiar que marcou a juventude e a vida das duas. Com a morte do pai, Zé das Bicicletas (Milton Gonçalves), que havia expulsado Cida de casa, elas voltam a se encontrar.

As duas irmãs construíram vidas completamente diferentes. Cida tornou-se uma mulher solitária. Fez carreira de atriz atuando em cinema e em telenovela, mas, apesar do talento, não teve o reconhecimento merecido. Ela tem uma filha, Selminha (Maria Ceiça), fruto do seu grande amor com um companheiro de cinema dos tempos de juventude. Mãe e filha também nunca conseguiram se entender. O coração de ambas é um campo secreto e cheio de ressentimentos.

Depois de 45 anos, o pai, Zé das Bicicletas, falece vítima de um enfarto. Maria D’Ajuda aguarda, apreensiva, as duas chegadas. A da irmã, com os sentimentos mútuos e conflitantes de admiração, inveja e ressentimento, e a da filha, que tanto ama e admira, sem ser correspondida. Todas sabem que inevitavelmente na cerimônia de partida do pai/avô um outro cadáver será desenterrado, e um novo sepultamento precisa acontecer.

Primeiro filme de ficção do diretor Joel Zito Araújo, o drama “Filhas do Vento” foi muito premiado. O longa foi reconhecido com 8 kikitos em 6 categorias no Festival de Gramado: Melhor Filme da Crítica, Melhor Diretor (Joel Zito Araújo), Melhor Ator (Milton Gonçalves), Melhor Atriz (Ruth de Souza e Lea Garcia), Melhor Ator Coadjuvante (Rocco Pitanga) e Melhor Atriz Coadjuvante (Tais Araújo e Thalma de Freitas). A produção ainda foi escolhida Melhor Filme pelo Júri Popular na Mostra de Tiradentes. Já no Paratycine, o longa recebeu o prêmio na categoria Melhor Roteiro.

Reprise. 85 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 22h
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Sábado, 14 de Janeiro

Vou Rifar Meu Coração
16h30, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: documentário. Direção: Ana Rieper, com Agnaldo Timóteo, Amado Batista, Lindomar Castilho, Nelson Ned, Odair José, Rodrigo Mell, Walter de Afogados, Wando.

O documentário faz uma viagem ao imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega.

Letras de músicas de artistas como Agnaldo Timóteo, Waldik Soriano, Reginaldo Rossi, Nelson Ned, Amado Batista, Peninha, Walter de Afogados e Wando, entre outros, formam verdadeiras crônicas dos dramas da vida a dois.

Em “Vou Rifar meu Moração” os temas destas músicas se relacionam com as histórias da vida amorosa de pessoas comuns, enfrentando o desafio de falar sobre a intimidade de pessoas reais, em situações reais

Além das pessoas que abrem seus corações e contam suas histórias, o filme tem os depoimentos de grandes nomes do gênero romântico como Agnaldo Timóteo, Wando, Amado Batista, Lindomar Castilho, Nelson Ned, Walter de Afogados e de Rodrigo Mell, este último representante da nova geração do brega

Dirigido por Ana Rieper, o filme “Vou Rifar meu Coração” foi premiado nas categorias Melhor direção e Melhor Montagem no FestiCine Goiânia enquanto no Festival AtlantiDoc conquistou os prêmios de Melhor Direção de Arte em Documentário e Prêmio Especial da Associação de Críticos (FIPRESCI Uruguai).

Reprise. 78 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 16h30

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Domingo, 15 de Janeiro

Rio Cigano
19h30, na TV Brasil

Ano: 2013. Gênero: Ficção. Categoria: Drama. Direção: Julia Zakia

Rio Cigano conta a História de cumplicidade entre duas meninas ciganas, Kaia e Reka, violentamente separadas na infância e criadas em mundos distantes.

Durante uma viagem, os ciganos se veem obrigados a atravessar a fazenda de um Conde, de onde são expulsos. Em meio ao tumulto da fuga, uma das meninas se perde do grupo e é raptada pelo fazendeiro. Ela é criada no casarão da fazenda como servente da Condessa que, obcecada em não envelhecer, tudo suga e destrói à sua volta. 

Reka cresce absorvida pelo trabalho e se agarra às poucas lembranças da vida cigana.
Kaia, por sua vez, é criada pela própria família até deixar o acampamento e partir sozinha em busca de Reka.

80min

Horário: 19h30

Fonte: Ricardo Ribeiro
TV Brasil – Jornalista 
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Copyright © 2015. antigo.Cinesom. Jornalista Responsável: Elisabete Estumano Freire.